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11/04/23 às 13h51 - Atualizado em 11/04/23 às 13h52

🚨💉Vacinas contra gripe são disponibilizadas para Segurança Pública do DF

Agência Brasília 

 

Teve início nesta segunda-feira (10) a campanha de vacinação contra a gripe (vírus influenza) para todos os grupos de risco no Distrito Federal. Desde o dia 31 de março, os imunizantes estão disponíveis para crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias. A vacina pode ser tomada junto a outras (como contra a covid-19) e é fundamental para reduzir o número de internações, complicações e óbitos pela doença.

 

Nesta nova fase da campanha, a imunização abrange, além do público infantil, idosos com 60 anos ou mais; gestantes e puérperas; professores das escolas públicas e privadas; trabalhadores da saúde; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; caminhoneiros; portuários; profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; pessoas com deficiência permanente; e povos indígenas.

 

A lista completa dos postos de vacinação está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES). Ao todo, 1.137.399 pessoas são esperadas nas salas de vacina. A lista inclui os profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas e funcionários do sistema prisional.

 

“Só agora à tarde, já apliquei 30 doses contra a gripe”, afirma a técnica de enfermagem Cynthia Dourado de Sá, que aponta um aumento da busca por esse serviço na Unidade Básica de Saúde (UBS) 03, da Vila Planalto. O público mais presente tem sido o de idosos com mais de 60 anos e o de pessoas com comorbidade.

 

As fortes gripes de Maria Sônia ficaram raras após a vacina | Foto: Sandro de Lima Araújo/Agência Saúde-DF

Protegidos contra a gripe

A aposentada Maria Sônia foi à UBS 03 em busca de informações e, ao saber da campanha, aproveitou para se imunizar. “Acho muito importante. Eu sempre me vacino, porque tenho hipertensão. Por isso, nunca mais tive uma crise forte: no máximo um ‘resfriadinho’”, conta.

 

Esse é o mesmo nível de cuidado que Sérgio Andréas, de 49 anos, teve ao procurar o serviço. “Eu sempre tomo todas as vacinas, assim que são disponibilizadas. Sei que são tanto para a minha proteção quanto para a proteção da população em geral”, diz, lembrando da importância de ter o cartão vacinal sempre atualizado.

 

A vacina aplicada protege contra os vírus A/Sydney/5/2021 (H1N1) pdm09, A/Darwin/9/2021 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria, tendo sido desenvolvida a partir das cepas em circulação no Brasil). Após a imunização, em duas a três semanas passam a ser detectados anticorpos contra a doença. A duração varia de seis a 12 meses, dependendo do indivíduo, fato que justifica a vacinação ocorrer anualmente.

 

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é imunizar ao menos 90% das pessoas de cada um dos grupos prioritários. Em 2022, o índice de adesão da população foi abaixo do esperado: o maior foi entre os idosos com mais de 60 anos, chegando a 73,3%. Menos da metade das gestantes (47,5%) e das puérperas (48,2%) procuraram um dos locais de vacinação. A cobertura ficou em 59,7% para crianças, 62,8% para professores, 52,8% para trabalhadores de saúde e 31,7% de pessoas com comorbidades. Das 933.502 doses aplicadas no DF no ano anterior, 575.698 (61,7%) foram para os públicos prioritários. As demais foram aplicadas após a liberação para todos os públicos.

 

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