Governo do Distrito Federal
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17/06/16 às 21h05 - Atualizado em 29/10/18 às 12h39

SSP divulga os números da segurança pública em maio

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Taxa de homicídios é a menor em 23 anos

A Secretária de Estado da Segurança Pública e da Paz Social, Márcia de Alencar, apresentounesta sexta-feira (17) os números da área relativos ao mês de maio (veja aqui). Os números reúnem não apenas o total de ocorrências que são de responsabilidade de cada órgão que compõe a segurança pública no Distrito Federal, mas também as estatísticas que dimensionam o trabalho de cada um desses órgãos.

Márcia de Alencar destacou que, em apenas cinco meses, este ano já exigiu muito da mobilização da segurança pública no Distrito Federal, começando pelo carnaval, que juntou cerca de um milhão de pessoas em todas as cidades. Depois disso, a cidade foi movimentada pelas manifestações populares em torno da abertura do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Roussef e pela passagem da Tocha Olímpica por Brasília, no dia 3 de maio. Além disso, lembrou a secretária, recentemente houve o trabalho de desocupação do Torre Palace Hotel, que durou cinco dias.

A secretária aproveitou para lembrar que a partir do dia 1º de julho, Brasília vai sediar, durante um ano, o comitê que reunirá as inteligências policiais dos quatros estados do centro-oeste e mais Rondônia, Maranhão e Tocantins. O comitê funcionará no prédio da Secretaria de Segurança e está previsto no Consórcio Brasil Central, que reúne essas sete unidades da Federação. Segundo Márcia de Alencar, essa união das polícias, e mais a Polícia Federal, será instrumento eficaz no combate a crimes contra o patrimônio, roubo a ônibus e a pedestres. “Quem comete esse tipo de crime, não comete apenas no DF ou apenas em Goiás ou apenas em Tocantins. Eles assaltam aqui e correm pra lá”, explicou a secretária.

Ao analisar os números, Márcia de Alencar enfatizou que o DF tem hoje a menor taxa de homicídios da história e que essa taxa cai há quase 23 anos. Em relação aos latrocínios (roubo seguido de morte da vítima), a queda é verificada há 15 anos. Ainda sobre as estatísticas, a secretária frisou também que o correto tecnicamente é que a análise dos números seja sempre feita em relação ao mesmo mês/período do ano passado, e não que a comparação se dê com os números do mês anterior.