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Quinta, 03 Agosto 2017

Roubos e furtos monitorados pelo Viva Brasília caem em julho

  Ascom - SSP/DF

Nos sete primeiros meses do ano, mais de 11 mil pessoas acabaram presas ou apreendidas pelo cometimento de crimes

 

Roubos de veículos, a pedestres, residências, transportes coletivos, comércios e furtos no interior de veículos reduziram 14% em julho, comparados ao igual mês do ano passado. Foram registrados 752 casos a menos entre os períodos analisados. No acumulado de janeiro a julho, a diminuição foi de 5,1%. O mês de julho ainda registrou 36 casos de homicídios, lesões seguidas de morte e latrocínios, mesmo índice de 2016.

Os homicídios no mês passado fecharam de 32 ocorrências contra 30 em julho de 2016. Os latrocínios caíram de 6 para 2; e as lesões seguidas de morte de 0 para 2. Importante lembrar que a taxa de homicídios do Distrito Federal, fechada em 2016, foi a menor em 23 anos.  

“Em julho tivemos dois casos a mais de homicídio em comparação com o mesmo mês do ano passado, mesmo assim temos o quarto mês de julho com menor registro de ocorrências dos últimos vinte anos. No acumulado de janeiro a julho é a menor quantidade de homicídios de toda a série histórica registrada desde 2000”, afirmou Edval Novaes, secretário da Segurança Pública e da Paz Social. 

Em julho, a maior queda foi dos roubos em transportes coletivos (26,1%). Os registros caíram de 226 em 2016 para 167. As ações para coibir essa natureza criminal continua sendo empregadas pelas polícias Militar do Distrito Federal (PMDF) – como a Operação Anjos da Guarda - e Civil do Distrito Federal (PCDF), além das ações conjuntas com a Secretaria de Mobilidade (Semob). 

Os roubos de veículos – quando há grave ameaça ou violência contra a vítima – passaram de 468 para 372, ou seja, decréscimo de 20,5%. Quanto aos índices de assaltos em residências, estes saíram de 64 para 52 ou redução de 18,8%. 

Já os roubos a pedestres passaram de 3.309 para 2.782, menos 15,9%. Nesse tipo de crime, cerca de 70% têm como objeto o aparelho celular. Os roubos em comércios foram de 212 para 192 (-9,4%), sendo que a maior parte foi puxada pela redução dos crimes em postos de combustíveis.


Em julho houve redução dos casos de estupro. Foram registradas 71 ocorrências, sendo que em 46 delas as vítimas eram vulneráveis. O número aponta seis casos a mais que em julho de 2016 e sete casos a menos que junho deste ano. Para combater o crime, o Governo de Brasília instituiu um Comitê Intersetorial em abril formado pela SSP/DF, e pelas secretarias de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos Sedestmidh), de Saúde (SES) e de Educação e de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude (Secria) para juntas traçarem medidas que coíbam o estupro.

 

Ceilândia será a primeira cidade a receber ações, que posteriormente serão implantadas em outras regiões Administrativas. “A cidade foi escolhida por ser a que concentra o maior número de estupros no Distrito Federal. Já temos uma ação agendadas para o mês de agosto com grupos culturais, de jovens e movimentos sociais para tratarmos da temática da violência sexual”, explicou  Mírian Pndaag, coordenadora de Políticas para Mulheres da Sedestmidh. 


Crime x sensação de insegurança

Embora os números da Segurança Pública estejam apresentando redução ao longo dos meses, incluindo os crimes contra o patrimônio que estavam em um período de alta, a sensação de insegurança ainda é sentida pela população. O secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Edval Novaes, esclarece que onde as pessoas se sentem inseguras não necessariamente é um lugar que há um número considerável de registros de crimes.

“Estamos conseguindo ser efetivos do combate ao crime, mas essa redução está dissociada da sensação de segurança da população. Agora, passamos a uma nova fase do programa do Governo de Brasília Viva Brasília – Nosso Pacto pela Vida, que é o foco na redução do medo das pessoas. Ele está ligado a diversos fatores sociais, ou seja, para preveni-lo não é possível somente com o trabalho das Forças de Segurança, mas é necessário um conjunto de ações”.  O titular da SSP exemplifica que podas de árvores, mais na iluminação pública, prevenção de desordens, seja comércio irregular ou perturbação do sossego alheio (“som alto”), estão entre as medidas que deverão ser articuladas junto às Administrações Regionais e outros órgãos de governo afetos às questões. 

Confira o balanço de criminalidade e produtividade da Segurança Pública no mês de julho aqui


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